domingo, 8 de março de 2009

mesmo se tardar

sento-me à beira do tejo
apanho o electrico ao passar
o fado canta me a saudade
da parte de mim, que habita o outro lado do ar
perdido na mourama da cidade
choro o teu telúrico olhar
que enleva a alma que só te pensa estar
sei que esse dia vai chegar
mesmo se tardar

1 comentário:

Anónimo disse...

Nossa antiga Lisboa, tão bela que ela é...sonhadora! conquista-nos muito facilmente! gostei deste! =) e gostei da tua escrita! =)